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TJ requer a não aprovação do PLC 3/2018

Instado a se manifestar acerca do Projeto de Lei Complementar nº 3/2018, baseado em parecer de sua recém-criada ADVOCACIA, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Manoel Calças oficiou a ALESP, via expediente protocolado na última quarta-feira, 25 de julho, requerendo a não aprovação do PLC, de autoria do deputado Carlos Giannazi, com o argumento de vício de iniciativa e em razão de criar aumento de despesas no orçamento avocando, para tanto, o princípio constitucional da “separação dos poderes”.

 

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A instituição do Nível Universitário para o cargo de escrevente técnico judiciário há muito vem sendo discutido pela categoria.

 

Recente levantamento originário da própria administração do Tribunal de São Paulo demonstra que 90,24% dos escreventes já possuem nível universitário completo, o que por si só justifica o reconhecimento do referido pleito por se tratar de um direito.

 

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Apesar do propalado impacto financeiro anunciado pelo TJSP no caso da concessão de tal direito, qual seja, “instituição do requisito de nível universitário para a investidura no cargo de escrevente técnico judiciário do TJSP” extensivo a todo os servidores, ativos, inativos e pensionistas, fato é que nas discussões travadas na comissão que trata o tema, várias foram as alternativas apresentadas que tornam perfeitamente possível a implementação dessa reivindicação, tendo como exemplo o ocorrido com os oficiais de justiça, “vacatio legis”, além da possibilidade de sua implantação do projeto em duas etapas.

 

A economia financeira anunciada pela atual presidência, a recente aprovação do projeto que eleva o repasse dos valores arrecadados a título de despesas judiciais de 30% para 60%, acompanhado de uma execução orçamentária mais equitativa, entre as carreiras que compõem o TJSP, nesse caso englobando servidores e magistrados, também corroboram para o sucesso e viabilidade do tão almejado pleito.

 

Em data de hoje, 27 de julho, segundo Giannazi, a resposta da presidência do TJSP encontra-se prejudicada pelo fato do Projeto já ter sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça faltando o parecer da Comissão Orçamentária.

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